Estudo indica que as estações estão a antecipar-se dois dias
A Primavera começa a 21 de Março segundo as regras da Astronomia, mas quem estudar a variação das temperaturas do último século pode concluir que as estações têm vindo a antecipar-se cerca de dois dias, por isso não é de admirar vermos aves a migrar mais cedo.
Um artigo publicado amanhã na revista “Nature” investigou a variação da temperatura ao longo das estações do ano nas zonas temperadas do globo. Apesar de não se perceber muitos dos mecanismos que decretaram as mudanças nos últimos 50 anos, os investigadores acreditam que a causa é a intervenção humana.
“Temos cem anos onde existe um padrão muito natural da variabilidade [da temperatura], e depois vemos um grande afastamento desse padrão ao mesmo tempo que as temperaturas médias terrestres começam a aumentar, o que nos faz suspeitar que existe aqui uma causa humana”, disse em comunicado Alexandre Stine, primeiro autor do artigo e investigador na Universidade da Califórnia.
Os cientistas utilizaram dados compilados das temperaturas oceânicas e terrestres entre 1850 e 2007. A análise mostrou que nos últimos 50 anos os picos de calor no Verão e de frio no Inverno estão antecipar-se 1,7 dias, as temperaturas médias de Inverno estão a subir 1,8 graus célsius enquanto as do Verão só subiram 1 grau célsius e estas mudanças são menos sentidas nos oceanos do que nos continentes.
Parte disto pode ser explicado pela transferência de massas de ar quente dos oceanos para os continentes. Sabe-se também que a temperatura é um reflexo do aumento ou diminuição da radiação do sol com um atraso de 30 dias em terra e 60 dias no mar. Solos mais secos e o aumento de poluição podem diminuir o atraso e adiantar os picos de frio e calor. Segundo Stine, estas alterações são comparáveis às diferenças entre eras glaciares e eras não glaciares.
O que acontecia se a Terra parasse de girar?
Todas as construções desabariam. E não estou a falar só dos prédios - todas as pessoas, árvores, carros e animais também voavam, caiam sobre a superfície da terra e partiam-se todas em pedacinhos. Isto aconteceria por causa de um fenómeno da física chamado inércia dos corpos: tudo que existe na Terra, inclusive o ar, gira ao mesmo tempo com o planeta. Por isso, se o globo parasse subitamente de rodar, esses corpos, por inércia, tenderiam a manter sua trajectória com a mesma velocidade. É o que acontece num acidente automóvel, por exemplo. Se um carro bate em num poste, todos os ocupantes são projectados para a frente. Imagina o resultado de uma paragem da Terra, cuja velocidade de rotação é de 1 675 quilómetros por hora. O pior é que depois da interrupção seria provavelmente impossível continuar a viver aqui. Sem a rotação, o lado do planeta que ficasse virado para o Sol transformaria-se num deserto com temperaturas altíssimas, e o outro lado, sempre no escuro, seria tão frio que uma crosta de gelo seria formada rapidamente. Se isso acontecesse, todos os tipos de vida seriam extintos. Sem falar que a diferença térmica entre os dois lados provocaria ventanias terríveis.
Índia e Alemanha lançam ferro ao oceano para aumentar a absorção de dióxido de carbono
A Índia e a Alemanha estão a conduzir uma experiência no Atlântico Sul de fertilização dos mares com ferro, para avaliação dos seus potenciais efeitos numa maior absorção de dióxido de carbono (CO2) e consequente diminuição do efeito de estufa e do aquecimento global.
Os resultados da experiência são de “grande interesse”, segundo o comunicado publicado no site oficial alemão do projecto (www.lohafex.de), porque as algas unicelulares suspensas na camada superficial oceânica iluminada pela luz solar (conhecida por fitoplâncton) não só servem como base da alimentação de toda a vida oceânica como “desempenham também um papel fundamental na regulação das concentrações na atmosfera de CO2, um gás com efeito de estufa”.
Este papel deriva de estas microalgas fixarem carbono, contribuindo assim para a retirada de dióxido de carbono da atmosfera pelos oceanos. Os cientistas envolvidos acreditam, por isso, que há razões para pensar que “fertilizar os mares do Sul com determinadas quantidades de ferro pode ajudar a transferir para o fundo dos oceanos, por alguns séculos, algum do CO2 que actualmente se acumula na atmosfera a uma taxa alarmante”.
A experiência foi baptizada como “Lohafex” (“loha” é a palavra indiana para ferro e “fex” representa “Fertilization EXperiment”) e decorre a bordo do barco alemão “Polarstern”. Os cientistas admitem, no entanto, que há ainda muito a estudar para avaliar da exequibilidade da ideia e do seu impacto no ambiente marinho.
O início dos trabalhos deu-se a 7 de Janeiro, quando o “Polarstern” saiu da Cidade do Cabo, na África do Sul, para o sector Sudoeste do Atlântico Sul. Segundo o primeiro relatório semanal da missão, de dia 12, o navio levaria cerca de 20 dias a chegar ao local e encontrar uma área adequada para a experiência, que deverá desenrolar-se em cerca de 300 quilómetros quadrados, a fertilizar com seis toneladas de ferro dissolvido.
Os cientistas vão depois acompanhar o impacto do aumento do fitoplâncton no seu ambiente e o destino do carbono que ele deverá libertar em direcção ao fundo do oceano, estudando o processo “com grande detalhe”. A missão - que integra biólogos, químicos e físicos - termina a 17 de Março em Punta Arenas, no Chile.
Estão a bordo 48 cientistas da Índia (29), Alemanha (dez), Itália (3), Espanha (2), Reino Unido (2), França (1) e Chile (1).
O diário espanhol “El País” noticia hoje no seu “site” que o “Polarstern”, com 120 metros de comprimento e descrito como um dos navios oceanográficos “mais avançados do mundo”, já chegou à área onde deverá decorrer a experiência.
O ano científico em números
O ano que agora termina foi rico em avanços e notícias na área da Ciência. Fique a conhecer alguns números que marcaram 2008.
2 500 000 de euros foi o valor da bolsa atribuída pelo European Research Council à investigadora Elvira Fortunato para prosseguir com os seus estudos na área da electrónica transparente. O prémio foi o maior de sempre atribuído a um cientista português.
25 000 imagens foram recolhidas e enviadas para a Terra pela sonda espacial Phoenix durante meio ano de missão em Marte.
872 anos demora o planeta Fomalhaut b, o primeiro fotografado fora do sistema solar, a completar uma órbita em redor da sua estrela. A distância que os separa é de 17 mil milhões de quilómetros, dez vezes à distância de Saturno ao Sol.
10 anos passaram desde que a Rússia lançou no espaço o primeiro componente da Estação Espacial Internacional. O aniversário foi celebrado a 20 de Novembro.
4 000 000 000 de euros foi quanto já custou o LHC (Large Hadron Collider), o maior acelerador de partículas do mundo, inaugurado em Setembro.
271 graus negativos é a temperatura de funcionamento do LHC.
25 anos passaram desde que o VIH, o vírus que provoca a SIDA, foi descoberto. O feito valeu a Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi o Prémio Nobel da Medicina de 2008.
95 por cento seria o total da redução no número de infectados com o VIH se fosse adoptada a despistagem generalizada do vírus e iniciado o tratamento com anti-retrovirais de todos os seropositivos, garante a Organização Mundial de Saúde.
1,2% do PIB é quanto Portugal investe em Inovação e Desenvolvimento, segundo o mais recente Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN). Este valor representa um crescimento de 46 por cento entre 2005 e 2006, muito acima da média europeia (um por cento), colocando Portugal ao nível da Espanha, à frente da Itália (1,1%) e logo atrás da Irlanda (1,3%).
75% da população de peixes do mundo está ameaçada devido à pesca predatória, revelou um estudo divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em Inglês).
4 670 000 quilómetros era a extensão da capa da gelo marinho no Ártico no final do Verão, uma subida face aos 4,3 milhões do ano anterior. O ano foi o 10.º mais quente desde que os registos se iniciaram, em meados do século XIX.
2090 é o ano em que as energias renováveis poderão substituir verdadeiramente os combustíveis fósseis, se os investimentos necessários forem realizados até 2030, prevê o estudo "Energy (R)evolution" realizado pela Greenpeace e o Conselho Europeu de Energias Renováveis.
186 milhões de euros foram distribuídos este ano pelos 143 projectos aprovados pela Comissão Europeia no âmbito do programa programa LIFE+, o fundo europeu que premeia as boas práticas ambientais nos 27 Estados-membros.
235 dias é o tempo mínimo que Portugal pode levar a introduzir um medicamento inovador para o cancro, concluiu um estudo europeu do Instituto Karolinska, da Suécia. No limite, esse período pode chegar aos três anos.
50% foi a diminuição aproximada nos últimos 50 anos da mortalidade na Europa Ocidental entre as pessoas com 40 a 70 anos, de acordo com uma investigação do Instituto Francês de Estudos Demográficos.
2000 é o número médio de calorias queimadas durante o sono por uma pessoa que ressona, segundo um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia.
49% das mulheres entre os 18 e 34 anos admitiu preferir ficar sem fazer sexo durante duas semanas do que prescindir da Internet durante igual período, revelou um estudo encomendado pela Intel.
2 500 000 de euros foi o valor da bolsa atribuída pelo European Research Council à investigadora Elvira Fortunato para prosseguir com os seus estudos na área da electrónica transparente. O prémio foi o maior de sempre atribuído a um cientista português.
25 000 imagens foram recolhidas e enviadas para a Terra pela sonda espacial Phoenix durante meio ano de missão em Marte.
872 anos demora o planeta Fomalhaut b, o primeiro fotografado fora do sistema solar, a completar uma órbita em redor da sua estrela. A distância que os separa é de 17 mil milhões de quilómetros, dez vezes à distância de Saturno ao Sol.
10 anos passaram desde que a Rússia lançou no espaço o primeiro componente da Estação Espacial Internacional. O aniversário foi celebrado a 20 de Novembro.
4 000 000 000 de euros foi quanto já custou o LHC (Large Hadron Collider), o maior acelerador de partículas do mundo, inaugurado em Setembro.
271 graus negativos é a temperatura de funcionamento do LHC.
25 anos passaram desde que o VIH, o vírus que provoca a SIDA, foi descoberto. O feito valeu a Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi o Prémio Nobel da Medicina de 2008.
95 por cento seria o total da redução no número de infectados com o VIH se fosse adoptada a despistagem generalizada do vírus e iniciado o tratamento com anti-retrovirais de todos os seropositivos, garante a Organização Mundial de Saúde.
1,2% do PIB é quanto Portugal investe em Inovação e Desenvolvimento, segundo o mais recente Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN). Este valor representa um crescimento de 46 por cento entre 2005 e 2006, muito acima da média europeia (um por cento), colocando Portugal ao nível da Espanha, à frente da Itália (1,1%) e logo atrás da Irlanda (1,3%).
75% da população de peixes do mundo está ameaçada devido à pesca predatória, revelou um estudo divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em Inglês).
4 670 000 quilómetros era a extensão da capa da gelo marinho no Ártico no final do Verão, uma subida face aos 4,3 milhões do ano anterior. O ano foi o 10.º mais quente desde que os registos se iniciaram, em meados do século XIX.
2090 é o ano em que as energias renováveis poderão substituir verdadeiramente os combustíveis fósseis, se os investimentos necessários forem realizados até 2030, prevê o estudo "Energy (R)evolution" realizado pela Greenpeace e o Conselho Europeu de Energias Renováveis.
186 milhões de euros foram distribuídos este ano pelos 143 projectos aprovados pela Comissão Europeia no âmbito do programa programa LIFE+, o fundo europeu que premeia as boas práticas ambientais nos 27 Estados-membros.
235 dias é o tempo mínimo que Portugal pode levar a introduzir um medicamento inovador para o cancro, concluiu um estudo europeu do Instituto Karolinska, da Suécia. No limite, esse período pode chegar aos três anos.
50% foi a diminuição aproximada nos últimos 50 anos da mortalidade na Europa Ocidental entre as pessoas com 40 a 70 anos, de acordo com uma investigação do Instituto Francês de Estudos Demográficos.
2000 é o número médio de calorias queimadas durante o sono por uma pessoa que ressona, segundo um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia.
49% das mulheres entre os 18 e 34 anos admitiu preferir ficar sem fazer sexo durante duas semanas do que prescindir da Internet durante igual período, revelou um estudo encomendado pela Intel.
Educação em crise
O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, esclareceu ao Expresso que no caso de os professores não entregarem os seus objectivos individuais no âmbito do processo de avaliação e de os presidentes dos conselhos executivos não os substituírem nesta definição, o tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira não será contado.
"A lei diz que o presidente do conselho executivo tem a possibilidade de ser ele a fixar os objectivos, no caso de o avaliado não o fazer. Se assim for, o processo de avaliação pode decorrer. Mas também pode não o fazer. Nesse caso, a avaliação fica inviabilizada. Não pode haver auto-avaliação nem apreciação da componente funcional sem objectivos. E a responsabilidade é do avaliado que não os apresentou", explica Jorge Pedreira.
Disso mesmo foi informada uma professora da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, que decidiu não entregar os objectivos. A notificação está assinada pelo presidente do conselho executivo, Jones Maciel, que indica "orientações superiores" para determinar que o "período de tempo correspondente ao período de avaliação inerente não será considerado para efeitos da sua evolução na carreira do docente".
Em declarações ao Expresso, e na ausência de Jones Maciel, o vice-presidente do conselho executivo confirmou que a escola perguntou à tutela o que fazer em relação aos professores que não participassem nesta fase da avaliação. E que a resposta da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação foi a de que teria de lhes ser comunicada a não contagem de tempo de serviço no período a que se refere a avaliação.
Jorge Pedreira diz que a orientação dada pela tutela às escolas é para que estas "notifiquem formalmente os professores que não cumprirem a entrega dos objectivos individuais e que informem de possíveis consequências de não se ser avaliado, designadamente que o tempo não contará para efeitos de progressão".
Mas a aplicação desta penalização tem suscitado dúvidas, já que sindicatos e professores garantem que em nenhuma lei está dito que a entrega dos objectivos individuais é um acto obrigatório no processo de avaliação. Em defesa desta interpretação, é apontado o facto de o Estatuto da Carreira Docente e o diploma da avaliação referirem como "obrigatória" apenas a auto-avaliação. E esta só acontecerá no final do ano lectivo.
"A lei diz que o presidente do conselho executivo tem a possibilidade de ser ele a fixar os objectivos, no caso de o avaliado não o fazer. Se assim for, o processo de avaliação pode decorrer. Mas também pode não o fazer. Nesse caso, a avaliação fica inviabilizada. Não pode haver auto-avaliação nem apreciação da componente funcional sem objectivos. E a responsabilidade é do avaliado que não os apresentou", explica Jorge Pedreira.
Disso mesmo foi informada uma professora da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, que decidiu não entregar os objectivos. A notificação está assinada pelo presidente do conselho executivo, Jones Maciel, que indica "orientações superiores" para determinar que o "período de tempo correspondente ao período de avaliação inerente não será considerado para efeitos da sua evolução na carreira do docente".
Em declarações ao Expresso, e na ausência de Jones Maciel, o vice-presidente do conselho executivo confirmou que a escola perguntou à tutela o que fazer em relação aos professores que não participassem nesta fase da avaliação. E que a resposta da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação foi a de que teria de lhes ser comunicada a não contagem de tempo de serviço no período a que se refere a avaliação.
Jorge Pedreira diz que a orientação dada pela tutela às escolas é para que estas "notifiquem formalmente os professores que não cumprirem a entrega dos objectivos individuais e que informem de possíveis consequências de não se ser avaliado, designadamente que o tempo não contará para efeitos de progressão".
Mas a aplicação desta penalização tem suscitado dúvidas, já que sindicatos e professores garantem que em nenhuma lei está dito que a entrega dos objectivos individuais é um acto obrigatório no processo de avaliação. Em defesa desta interpretação, é apontado o facto de o Estatuto da Carreira Docente e o diploma da avaliação referirem como "obrigatória" apenas a auto-avaliação. E esta só acontecerá no final do ano lectivo.
Ano Internacional da Astronomia - Novo telescópio de baixo custo vai chegar a 10 milhões de pessoas

Galileoscope é o nome de um telescópio de baixo custo em kit desenvolvido para a organização do Ano Internacional da Astronomia. O objectivo é pôr pelo menos 10 milhões de pessoas a observar pela primeira vez o céu.
O projecto do telescópio de alta qualidade e baixo custo Galileoscope, que será lançado em kit pelas instituições que estão envolvidas no Ano Internacional da Astronomia (AIA) e poderá ser montado por qualquer pessoa e usado em qualquer parte do mundo, está a ser desenvolvido por um grupo de astrónomos, engenheiros ópticos e educadores científicos norte-americanos.
O kit do Galileoscope será acompanhado de um programa educacional e vai permitir a pelo menos 10 milhões de pessoas observarem pela primeira vez o que Galileu observou há 400 anos no seu telescópio: as montanhas e crateras da Lua, as fases do planeta Vénus, as quatro maiores luas de Júpiter (Ganimedes, Europa, Io e Calisto), os anéis de Saturno ou as estrelas não visíveis a olho nu no grupo das Plêiades.
O artefacto terá duas opções de montagem: um telescópio idêntico ao de Galileu ou um mais moderno.
Haverá também um programa de desenvolvimento profissional para professores associado a este telescópio de baixo custo. Segundo a organização do AIA 2009, o uso do Galileoscope na educação científica pode ter um papel fundamental, porque "a Astronomia é o veículo perfeito para interessar os jovens pela ciência e para ensinar as bases da Química, da Física, e mesmo da Biologia nas escolas básicas e secundárias".
Por outro lado, "é um veículo fantástico para ensinar Matemática e um bom caminho para mostrar o processo científico, isto é, como a observação e a evidência levam à explicação do funcionamento do Mundo".
A opção por um telescópio em kit, para ser montado, é deliberada: "Os estudantes podem experimentar as lentes e aprender muitos aspectos da óptica enquanto montam o telescópio, o que tem um efeito didáctico maior do que receber um telescópio já montado", prossegue a organização da organização do AIA.
Entretanto, o Canal História, transmitido na televisão por cabo, assinou um contrato de exclusividade internacional com o AIA tendo como objectivo divulgar as principais actividades e eventos programados ao longo de 2009.
Electricidade sem fios!!!
Uma grande evolução tecnológica agora a electricidade não necessitará de fios para acender nossas luzes. A novidade foi apresentada em uma feira de tecnologia em Las Vegas, nos EUA.
A tecnologia da electricidade sem fio, criada por Americanos e Israelitas, ainda é um grande segredo, pois eles ainda não revelam muitos detalhes. Eles explicam apenas que a electricidade é transmitida através de indução magnética, algo próximo de um imã. Não há necessidade de fios ou contacto e as placas que transmitem energia eléctrica sem fio poderão ficar sobre a escrivaninha ou até embutida no balcão da cozinha.
O mais incrível é que além de lâmpadas é possível ver uma batedeira de 300 watts funcionarem sem fios eléctricos.
A empresa que está a desenvolver a tecnologia afirma que o material transmissor no futuro será impresso num tipo de papel de parede que poderá ser colocado nas mesas ou paredes para transmitir electricidade sem fios.
Não vamos apanhar choques constantes? Não, pois não é electricidade que é transmitida, mas outro tipo de energia.
Outra empresa transmite electricidade sem fio com ondas de rádio. As ondas de alta frequência abastecem pilhas e baterias recarregáveis, como o controle remoto.
Mas há outro inventor de electricidade sem fio que criou um aparelho que transforma a energia num tipo de raio infravermelho (calor) que pode ser transmitido até 100m de distância e convertido novamente em energia eléctrica. Até o momento a voltagem e amperagem geradas conseguem apenas acender lâmpadas, mas logo quase todos os aparelhos em nossa casa funcionarão assim, segundo David.
A tecnologia da electricidade sem fio, criada por Americanos e Israelitas, ainda é um grande segredo, pois eles ainda não revelam muitos detalhes. Eles explicam apenas que a electricidade é transmitida através de indução magnética, algo próximo de um imã. Não há necessidade de fios ou contacto e as placas que transmitem energia eléctrica sem fio poderão ficar sobre a escrivaninha ou até embutida no balcão da cozinha.
O mais incrível é que além de lâmpadas é possível ver uma batedeira de 300 watts funcionarem sem fios eléctricos.
A empresa que está a desenvolver a tecnologia afirma que o material transmissor no futuro será impresso num tipo de papel de parede que poderá ser colocado nas mesas ou paredes para transmitir electricidade sem fios.
Não vamos apanhar choques constantes? Não, pois não é electricidade que é transmitida, mas outro tipo de energia.
Outra empresa transmite electricidade sem fio com ondas de rádio. As ondas de alta frequência abastecem pilhas e baterias recarregáveis, como o controle remoto.
Mas há outro inventor de electricidade sem fio que criou um aparelho que transforma a energia num tipo de raio infravermelho (calor) que pode ser transmitido até 100m de distância e convertido novamente em energia eléctrica. Até o momento a voltagem e amperagem geradas conseguem apenas acender lâmpadas, mas logo quase todos os aparelhos em nossa casa funcionarão assim, segundo David.
Este tipo de tecnologia ainda está nas suas primeiras idades, mas logo haverá uma grande corrida para o estabelecimento de um padrão para a electricidade sem fios que dominará o mercado e, assim que entrarmos em casa, nosso telemóvel será automaticamente carregado e não precisaremos mais nos preocupar com o emaranhado de cabos pela casa.
Os dois robôs geólogos da NASA fazem hoje cinco anos a trabalhar em Marte

Faz hoje cinco anos, e não havia unhas para roer que chegassem na NASA. Estava para aterrar o primeiro dos dois robôs geólogos que a agência espacial norte-americana estava a enviar para Marte, o Spirit. Passados 21 dias, devia aterrar o Opportunity. Se algo corresse mal, seria um falhanço duplo.
Mas não, foi um sucesso retumbante, e os dois robôs já levam cinco anos a funcionar na superfície do planeta vermelho - quando as previsões iniciais apontavam para apenas três meses. "Os gémeos já trabalharam 20 vezes mais. É um lucro extraordinário para o investimento feito, uma boa notícia nestes tempos de orçamentos magros", comentou Ed Weiler, administrador adjunto da NASA para a Ciência, citado num comunicado.
Os olhos da Terra estavam postos em Marte nesse dia 3 de Janeiro de 2004. Sobretudo depois do fiasco na noite de Natal de 2003 da Agência Espacial Europeia: a sonda Beagle, que devia ir procurar sinais de vida em Marte, desapareceu sem nunca mais dar sinal. Um estudo publicado agora, em Dezembro, estima que a sonda europeia deve ter ardido ao entrar na atmosfera marciana, devido a um erro nos cálculos dos cientistas.
Mas o Spirit e o Opportunity fizeram esquecer o falhanço da Beagle. Durante estes cinco anos, fizeram descobertas importantes sobre o passado da água em Marte (em estado líquido) e sobre as condições ambientais que o planeta viveu em tempos passados. Sempre a andar muito devagarinho.
Ao todo, os robôs percorreram mais de 21 quilómetros (qualquer erro pode ser fatal, como uma derrapagem que os faça capotar, por exemplo), recolheram mais de 250 mil imagens e 36 mil gigabytes de dados, subiram a uma colina e desceram para dentro de crateras, lutaram para se libertar de areias, enfrentaram os problemas causados pelo desgaste dos materiais de que são feitos - enfim, são pequenos heróis. E a NASA continua a ter planos para eles: pelo menos quatro novas missões. O Spirit é o que está em piores condições, pois os seus painéis solares não são bem limpos da poeira marciana.
Iluminação: A nova lâmpada ultra-económica...
A mais recente tecnologia luminosa que consegue atingir os 100% de redução de consumo energético.
O vídeo apresenta uma solução engenhosa e muito barata, para iluminar sem consumir energia eléctrica.
Vale a pena assistir.
Um bom exemplo de que a necessidade aguça o engenho.
O vídeo apresenta uma solução engenhosa e muito barata, para iluminar sem consumir energia eléctrica.
Vale a pena assistir.
Um bom exemplo de que a necessidade aguça o engenho.
Gerar energia com os pés

No Japão está a ser feito um teste muito inteligente para gerar energia. Numa estação de comboios em Shibuya a plataforma PC-0001 gera electricidade com os passos de pessoas andando sobre ela.
O projeto utiliza piezoeletricidade e foi criado pela empresa japonesa Potência sonora.
A experiência até agora só é temporária e deve durar até ao Natal deste ano, mas dependendo do resultado, pode mesmo tornar-se permanente.
Estas plataformas estão já a ser vendido no Japão.
http://www.lincis.blogspot.com/
O projeto utiliza piezoeletricidade e foi criado pela empresa japonesa Potência sonora.
A experiência até agora só é temporária e deve durar até ao Natal deste ano, mas dependendo do resultado, pode mesmo tornar-se permanente.
Estas plataformas estão já a ser vendido no Japão.
http://www.lincis.blogspot.com/
Ano Internacional da Astronomia 2009
O Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) será uma celebração global da astronomia e da sua contribuição para a sociedade e para a cultura, estimulando o interesse a nível mundial não só na astronomia, mas na ciência em geral, com particular incidência nos jovens.O AIA2009 assinala o passo de gigante que constituiu a primeira utilização do telescópio para observações astronómicas por Galileu, e retrata a astronomia como uma iniciativa cientifica pacifica que une os astrónomos numa família internacional e multicultural, trabalhando em conjunto para descobrir as respostas para algumas das questões mais fundamentais para a Humanidade. O AIA2009 é, antes de mais nada, uma actividade para os cidadãos do Planeta Terra. Pretende transmitir o entusiasmo pela descoberta pessoal, o prazer de partilhar conhecimento sobre o Universo e o nosso lugar nele e a importância da cultura científica.
A maior parte das actividades do AIA2009 terá lugar a vários níveis: local, regional e nacional. Alguns países formaram já comités nacionais para preparar actividades para 2009. Estes comités constituem colaborações entre astrónomos amadores e profissionais, centros de ciência e comunicadores de ciência.
A nível geral, a União Astronómica Internacional (UAI) terá um papel de destaque enquanto catalizadora a coordenadora. A UAI irá organizar um pequeno número de eventos globais ou internacionais como as Cerimónias de Abertura e Encerramento, mas as principais actividades terão lugar a nível nacional e serão coordenadas pelos Nodos Nacionais em estreita colaboração com a UAI.
Em Dezembro de 2007 a Organização das Nações Unidas declarou 2009 como Ano Internacional da Astronomia.
http://www.astronomia2009.org/
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