- http://diario.iol.pt/tecnologia/robotparty-robot-robos-minho-guimaraes/1044534-4069.html
- http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20090223/festival-roboparty-na-universidade-do-minho
- http://www.iteach.pt/InfoGerais/Noticias/1222.aspx
- http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=50949
- http://exameinformatica.clix.pt/noticias/mercados/1001839.html
- http://www.roboparty.org/
- http://robots.sarobotica.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=26&Itemid=1
- http://www.gmrtv.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1627&Itemid=9
- http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=98948&Itemid=300
- http://www.tugatronica.com/roboparty-2009-3%C2%AA-edicao/
- http://www.elektor.com.pt/noticias/roboparty-2009.827955.lynkx
- http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=29736&op=all
- http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c51ce410c124a10e0db5e4b97fc2af39&id=9c5a993e77cb4ee3a50b207f82542794
- http://www.educatic.info/index.php?option=com_content&task=view&id=1094&Itemid=698
- http://www.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&ItemID=2063&Mid=232&lang=pt-PT&pageid=118&tabid=0
- http://www.canalup.tv/?menu=noticia&id_noticia=3294
- http://www.diariodominho.pt/noticia.php?codigo=34426
- http://www.mundouniversitario.pt/artigos.php?art=2579
- http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/robos_invadem_guimaraes_915296.html
Alguns links com notícias
Roboparty: 107 equipas constroem robôs no Minho
Mais de 100 equipas escolares, que participam no Festival RoboParty da Universidade do Minho, em Guimarães, vão construir robôs móveis autónomos "de uma forma simples e muito animada" até ao dia um de Março.
Segundo Fernando Ribeiro, as 107 equipas, cada uma com quatro elementos, são apoiadas por professores, pais e por 50 voluntários, alunos do curso de Electrónica Industrial.
"Ensinamos os primeiros passos da robótica aos mais jovens, através de uma formação propositadamente criada para eles", sublinhou, frisando que, assim, "chegam à Universidade já a saber algo de robótica".
O evento, que decorre de 27 de Fevereiro e a um de Março no pavilhão desportivo da UM, é organizado pelo Grupo de Automação e Robótica do Departamento de Electrónica Industrial e pela empresa SAR - Soluções de Automação e Robótica, Lda.
Durante o Festival, os 450 jovens das 107 equipas aprendem a montagem do robô, a soldar os componentes electrónicos nas placas controladoras e a programa-lo de forma a realizar um conjunto de tarefas.
No final, o robô fica para a equipa que pode continuar a estudá-lo e a desenvolvê-lo na escola ou em casa.
"Para participar basta juntar quatro amigos, trazer um computador, um saco-cama e muita vontade de aprender, misturada com muito boa disposição", acentua o investigador.
Para descansar os pais que não se desloquem ao local, o evento é transmitido por "vídeo streaming" para que possam ver os filhos se o desejarem.
A RoboParty tem o aval de qualidade da Sociedade Portuguesa de Robótica, da revista Robótica e da Universidade do Minho.
Fernando Ribeiro acentua que tem três componentes fortes: a do ensino de robótica móvel, a da formação técnica, ministrada por pessoas com experiência na área (electrónica, montagem do kit, programação) e a de palestras de convidados de renome mundial na área da Robótica, com demonstração prática de robôs humanóides.
Entre as conferências programadas contam-se a da professora Manuela M. Veloso, da Carnegie Mellon University (EUA) que aborda o tema "Percepção e aprendizagem de equipas de robôs".
De seguida, o professor Gerhard Kraetzschmar, Bonn-Rhein-Sieg da University of Applied Sciences (Alemanha) analisa a questão: "Devo eu tornar-me engenheiro?"
A iniciativa é ainda enriquecida pela troca de experiências/partilha de conhecimentos, e pelas actividades lúdicas/desportivas, que incluem um concurso de Remates de Futsal, torneios de Xadrez e de Golfe, concurso de Lançamentos de Basquetebol, Equitação, Aeromodelismo, Court Soccer e Taekwondo.
Envolve, também, demonstrações de robôs (Futebolistas, Aibo, Bioloid, Golfe, Condução Autónoma).
Nas noites do evento haverá um filme surpresa, a actuação da banda de música "Dynamite Trust" e competições robóticas (opcionais.
O evento é aberto ao público (das 9:00 às 22:00), sendo normalmente visitado por muitas escolas.
Festa de robôs arranca esta sexta-feira

Mais de cem equipas, oriundas de escolas de todo o país, participam, a partir desta sexta-feira, na RoboParty 2009, em Guimarães. É uma espécie de lan party, mas com robôs, em que, durante três dias, centenas de crianças e jovens vão aprender a construir um robô móvel autónomo a partir de um kit, explica Fernando Ribeiro, professor do Departamento de Engenharia Industrial da Universidade do Minho.
Para se conseguir pôr um robô a funcionar não é preciso conhecimentos prévios de robótica, mecânica ou informática. Tudo o que é preciso, desde materiais a instruções, é fornecido pela organização. Este encontro foi, aliás, concebido para quem gosta de robótica, mas não tem formação nesta área.
Logo à chegada, as equipas (constituídas por três crianças e um adulto) recebem um kit robótico, desenvolvido pela SAR - Soluções de Automação Robótica e pela Universidade do Minho para a 1.ª edição da RoboParty, realizada há dois anos. De seguida, haverá uma palestra simples a explicar como se montam os componentes mecânicos e electrónicos e se programa o computador ("cérebro") do robô. Ao longo de todo e evento, haverá técnicos a auxiliar os participantes a colocar em funcionamento os pequenos robôs e a solucionar quaisquer avarias que surjam. "Os robôs são robustos, à prova de falta de experiência, mas caso haja algum problema, damos assistência de forma a que todos os robôs saiam do evento a funcionar", sublinha Fernando Ribeiro.
Com os robôs a rolar, as equipas são desafiadas para várias provas de velocidade, perícia e até de dança, em que se apela à imaginação dos participantes na decoração do robô que vai executar a coreografia. Em paralelo, decorrem inúmeras actividades desportivas e lúdicas, como passeios a cavalo, arte circenses, judo, cinema e música.
Universidades apostam forte na robótica
Os robôs humanóides, dotados de inteligência e capazes de reacções emocionais, já não são do domínio da ficção científica. Criados à imagem dos seus criadores, estes robôs estão cada vez mais evoluídos e "humanizados". Não só se parecem connosco, como falam e reagem às nossas atitudes e o objectivo é que sejam capazes de interagir emocional e funcionalmente com níveis de sofisticação impensáveis até há poucos anos.
Já não basta que façam o que os humanos não querem, como certas tarefas mecânicas que são executadas com perfeição, rapidez e baixos custos por máquinas. Aos robôs pede-se, agora, que pensem, sintam, brinquem e até se relacionem com os seus criadores. Utopia? Os investigadores garantem que esse é o caminho.
Na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, um grupo de pesquisa dedica-se a tentar criar uma linguagem que seja compreendida por robôs de linhagens diferentes, isto é, que tenham nascido em diferentes centros de investigação. O objectivo, explica Luís Paulo Reis, é conseguir que os robôs cooperem entre eles para que, no futuro, colaborem também com pessoas, em cenários como incêndios, operações de salvamento, expedições espaciais ou conflitos armados.
Por todo o Mundo, estão a ser desenvolvidos robôs de companhia para crianças, idosos e doentes. Mais do que desempenhar certas tarefas domésticas, a ideia é que sejam uma presença na vida de pessoas solitárias ou limitadas fisicamente e as ajudem, por exemplo, a tomar a medicação a horas certas. Já existem em vários formatos e com funcionalidades surpreendentes, muito longe do estereotipo do robô metálico, de movimentos rígidos e voz irritante. Os mais recentes são assustadoramente parecidos connosco.
"A ideia do robô como escravo está ultrapassada. Actualmente, começa-se a encarar o robô como um parceiro", garante o investigador do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência de Computadores da Universidade do Porto. "Daqui a 20 anos, não será estranho ter um robô parceiro em casa", acrescenta.
O projecto Acord, que visa criar equipas heterogéneas de robôs capazes de executar multitarefas em cooperação, está a ser desenvolvido com robôs futebolistas, que se têm revelado bons modelos para testar outras aplicações. No Grupo de Automação e Robótica da Universidade do Minho, a partir projecto dos robôs futebolistas - iniciado em 1997 e que criou várias equipas que participam no RoboCup (campeonato de futebol robótico) - já se chegou a uma cadeira de rodas omnidireccional, em vias de comercialização, explica Fernando Ribeiro. Outro desenvolvimento dos futebolistas é o "Golfinho", um pequeno robô que apanha eficientemente bolas de golfe e que também deverá ser comercializado.
A Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra criou o Ladero, um robô de desminagem já testado no campo da Royal Military Academy da Bélgica com bons resultados, e o Wam, um robô médico que poderá estar nos blocos cirúrgicos dentro de alguns anos. Na Faculdade de Engenharia do Porto, foi inventado um robô enfermeiro, programado para desempenhar tarefas como distribuir medicação e refeições.
Amortecedor produz energia
Um grupo de estudantes do MIT desenvolveu um novo tipo de amortecedor automóvel capaz de produzir electricidade.
Um grupo de estudantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT), EUA, desenvolveu um novo tipo de amortecedor automóvel que é capaz de produzir electricidade a partir das irregularidades do piso.
A ideia por trás do projecto começou quanto os estudantes estavam a tentar perceber onde se dá o desperdício de energia num veículo. Como já existem veículos híbridos capazes de recuperar energia nas travagens, decidiram focar-se especificamente na suspensão. Os novos amortecedores permitem poupar até 10 por cento de combustível quanto comparados com os amortecedores normais. 
Estes novos modelos possuem uma pequena turbina alimentada por um gerador. Cada vez que um choque é comprimido ou estendido, o fluído hidráulico é obrigado a passar pela turbina. Um sistema electrónico activo controla o sistema hidráulico, para que a condução seja mais confortável, ao mesmo tempo que é gerada electricidade.



UE bane lâmpadas incandescentes em 2010

As lâmpadas de filamento com elevado consumo energético deixarão de ser vendidas na União Europeia a partir do início de 2010, de acordo com uma deliberação dos ministros da Energia da UE.
Os ministros decidiram que "a venda de todos os produtos de iluminação doméstica com menor rendimento sejam proibidos a partir de 2010, quando existirem fórmulas de substituição", segundo a acta de resoluções. Esta subtileza visará evitar riscos de falta de oferta ou qualquer perda de funcionalidade que prejudique os consumidores.
Os ministros estabeleceram que a Comissão Europeia (CE) apresente, ainda em 2008, um projecto de regulamento que defina um processo faseado de proibição de todas as lâmpadas incandescentes e de baixo rendimento.
Esta mudança em grande escala afectará os 500 milhões de cidadãos pertencentes aos 27 países. Faz parte de uma ambiciosa política de combate às mudanças climáticas que iniciada por Bruxelas em 2007. A estratégia de substituição vai começar por ser aplicada às lâmpadas de potência igual ou superior a 75W a partir de 1 de Março de 2009.
As lâmpadas incandescentes deverão ser substituídas por versões economizadoras de tipo fluorescente. Estas têm um nível de eficiência muito maior já que convertem 22% da energia consumida em luz visível contra apenas 10% das lâmpadas de tungsténio. Também duram mais, com um tempo de vida útil entre 10 a 20 vezes superior ao das lâmpadas incandescentes. O seu maior custo, alteração do design tradicional e demora a atingir o seu máximo de irradiação luminosa serão os motivos para a manutenção da preferência dos consumidores por lâmpadas incandescentes.
Indirectamente, pelo facto das lâmpadas economizadoras consumirem menos energia contribui para reduzir a emissão de CO2 pelas centrais termoeléctricas.
A decisão foi tomada a alguns dias do levantamento das tarifas aduaneiras sobre lâmpadas fluorescentes vindas da China que é encarada como a melhor via para promover a descida do seu preço junto do consumidor.
Telescópio Hubble descobre as belezas de galáxia "anêmica"
Aglomerado de galáxias
As galáxias no interior de um aglomerado interagem fortemente umas com as outras, mesclam-se e, ao longo do tempo, transformam as espirais repletas de gás em sistemas elípticos, sem passar por processos ativos de formação de novas estrelas. Como resultado, esses aglomerados têm muito mais galáxias elípticas do que espirais.
No interior do nosso aglomerado da Cabeleira, há uma galáxia especial, uma das mais brilhantes do Aglomerado, chamada NGC 4921. Ao contrário da maioria das suas vizinhas, ela é espiral. E, mais especial ainda, ela é tênue, suave, quase transparente. Os astrônomos dizem que ela é mesmo anêmica.
Estrelas azuis
Mesmo não possuindo processos vigorosos de formação de estrelas, que poderiam fazer com que seus braços brilhassem como as galáxias espirais tradicionais, algumas estrelas azuis jovens, extremamente brilhantes, espalham luz pelos seus redemoinhos de poeira estelar que formam um anel suave ao seu redor.
O Telescópio Espacial Hubble agora conseguiu capturar toda a beleza da NGC 4921. Ainda que os detalhes não possam ser vistos na resolução aqui mostrada, os astrônomos pela primeira vez puderam ver detalhadamente as estrelas azuis destacadas contra as nuvens de poeira. Eles também visualizaram uma série de outras galáxias na vizinhança, ainda não estudadas em detalhe.
A imagem da NGC 4921 foi criada com a junção de 50 fotos, tiradas usando-se um filtro amarelo, num total de 17 horas de exposição, com 30 outras fotos tiradas com um filtro infravermelho, que tomaram outras 10 horas de exposiçãoLixo espacial leva questão do meio ambiente às alturas

A colisão entre dois satélites, ocorrida na semana passada, fez o problema do lixo espacial subir vários pontos na lista de prioridades das autoridades ligadas ao sector.
Enquanto a questão era meramente uma possibilidade, cuja chance de ocorrer era estimada em 1 em 1 milhão, o acidente fez o que sempre se espera que a estatística faça: aumentou esse risco para 1 em apenas 7.000. E isto apenas para o caso específico dos satélites de comunicação semelhantes ao que foi atingido pelo satélite russo desactivado.
Os objectos mostrados nesta imagem representam meramente uma ilustração, estando com suas dimensões largamente exageradas para se tornarem visíveis nesta escala.
O primeiro satélite artificial, o Sputnik, foi lançado pela União Soviética em 1957. O primeiro satélite de comunicações foi lançado em 1964, para transmissão das Olimpíadas de Tóquio pela televisão. Hoje, o número de satélites de comunicação em órbita da Terra cresce a uma média de 200 por ano.
Bem-vindos à escola 2.0!
| Nas salas de aula do futuro, o quadro é interactivo, a Net tira dúvidas e as videoconferências são frequentes. Em Oeiras, a escola Sá de Miranda já “vive” no futuro. | |
| No início do actual ano lectivo, a escola de Oeiras tornou-se a primeira a aderir a um projecto do município oeirense que visa ligar 35 estabelecimentos de ensino por fibra óptica. O projecto, que contempla a instalação de quadros interactivos e sistemas de videoconferências em todas as salas de aula, só deverá estar concluído em 2010. A CIL é a empresa que tem levado a cabo a implementação das várias tecnologias em ambiente escolar.
Além de conteúdos didácticos e acessos à Net, o projecto tem ainda em vista a constituição de um portal educativo que permite a partilha de informação entre professores, pessoal administrativo, alunos e encarregados de educação. Na escola Sá de Miranda todos concordam que as aulas mudaram. E tudo leva a crer que, em breve, a pequena “revolução” do ensino pode ainda ir mais longe, quando começarem a ser distribuídos os portáteis Magalhães. | |
Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego.

Um evento dedicado à área de Educação, Formação, Juventude e Emprego de carácter abrangente, que conta com o apoio e cooperação de diversas Instituições, que dão consistência ao projecto e introduzem mais valias não só no conteúdo da feira, bem como na sua dimensão e projecção.
Os grande parceiros da feira, o Ministério da Educação e o IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional empenham-se para o sucesso da iniciativa, mobilizando escolas e desenvolvendo actividades.
Com a realização da Qualific@, a EXPONOR pretende criar um evento de grande impacto, dando especial enfoque à Educação, Formação, Qualificação Profissional e à adaptação da oferta à procura.
O evento será espaço de informação e sensibilização da população, em geral, e dos diversos agentes de educação, de formação e empresariais, em particular, para os desafios e oportunidades que se colocam ao nível da educação e da formação.
Num só local reuniremos os diversos interlocutores neste processo, aproximando cada vez mais as entidades responsáveis pela educação, formação e emprego, e o seu Público-alvo.
O baixo custo por contacto e a grande visibilidade, acompanhada de uma comunicação direccionada e personalizada fazem da Qualific@, a feira ideal para a divulgação de projectos, produtos e serviços.
Tema da Edição de 2009
Criatividade e Inovação através da Educação e Cultura
Vamos estimular a capacidade de criação e de inovação!
... promovendo actividades, debates e conferências.
A finalidade deste projecto é acima de tudo a promoção da criatividade para todos, de forma a incentivar a inovação, social e empresarial.
Experiência
Amigo Nuno ©




